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Ela ontem e sempre, com o seu dom de nos sossegar...
Deu-nos instantes de emoção, êxtase e surpresa.
Rimos e sorrimos com a sua naturalidade e grandeza
- ambas juntas, sempre dadas.
Mostrou-nos poemas imensos, cantou à capella.


Carminho. 24 anos. Fadista. Primeiro álbum.
Estou inexplicavelmente deslumbrada com tudo quanto tenho descoberto.
Tudo quanto
leio
ouço
e sinto...
A voz é poderosa e cheia de pózinhos de tudo quanto o Fado representa.
Mais ainda... ela revela-nos um Fado
Forte mas fresco.
Profundo mas leve.
Vale a pena ouvir a "Voltar a Ser" e dar por mim, entusiasta, a acompanhá-la de peito cheio.
Venho com um atraso de um mês, altura em que a encontrei a tertuliar com o José Fialho Gouveia no Bairro Alto.

Estou deliciada e quero que saibam.
--



Absolutamente imperdível!
Foram minutos de autêntico prazer... de descoberta plena onde jurei fidelidade eterna!

No meu campo de visão estava ela, a cor do violoncelo, a presença do saxofone e o negro do piano.
Flutuei...

@CCC Caldas da Rainha, 23 Abril 09

As suas melodias são bolas de sabão sopradas com gestos a condizer.
Ela é a tal dos sapatos vermelhos...!

"Todo aquel que piense
que la vida es desigual,
tiene que saber que no es asi,
que la vida es una hermosura,
hay que vivirla.

Todo aquel que piense
que esta solo y que esta mal,
tiene que saber que no es asi,
que en la vida no hay nadie solo,
siempre hay alguien.

Ay, no ha que llorar,
que la vida es un carnaval,
es mas bello vivir cantando.
Oh, oh, oh,
Ay, no hay que llorar,
que la vida es un carnaval
y las penas se van cantando.

Todo aquel que piense
que la vida siempre es cruel,
tiene que saber que no es asi,
que tan solo hay momentos malos,
y todo pasa.

Todo aquel que piense
que esto nunca va a cambiar,
tiene que saber que no es asi,
que al mal tiempo buena cara,
y todo pasa.

Para aquellos que se quejan tanto.
Para aquellos que solo critican.
Para aquellos que usan las armas.
Para aquellos que nos contaminan.
Para aquellos que hacen la guerra.
Para aquellos que viven pecando.
Para aquellos que nos maltratan.
Para aquellos que nos contagian."

[Célia Cruz]

Depois de aos 23 anos se ter tornado um fenómeno à escala mundial, Jamie Cullum, o menino-prodígio dos ingleses, continuou a trilhar uma carreira de sucesso. O primeiro álbum, editado em 2002, “Pointless Nothing”, captou a atenção da indústria musical, e valeu-lhe um contrato com a mítica editora de Jazz, “Verve”.

O sucesso não parou a carreira ascendente de Cullum, depois de uma digressão bem sucedida surge, em 2005, “Catching Tales”, o maior sucesso do músico até à data.

O álbum vendeu mais de dois milhões de cópias pelo mundo inteiro e valeu-lhe uma nomeação para os Grammy’s.

Em “Catching Tales”, a arte de Cullum para compor canções volta, já não como surpresa, mas sim como confirmação. O menino britânico cresceu, e com ele cresceu o dom para nos encantar, através de melodias simples onde a harmonia do jazz marca forte presença.

[Fonte: http://www.coliseulisboa.com/]

:::Recomendo vivamente!! Minhas favoritas: My yard, All at sea, Catch the sun, Mind Trick:::