Como se existisse prazer em sentir dor,
mágoa e
ressentimento...
Somos quem não queremos tantas vezes...
tantas quantas as que negamos!
Porque afinal nós somos muitos.
Um para cada qual,
diferentes e distintos.
Estamos longe de sermos um só,
o mesmo e um único entre tantos que nos rodeiam.
Somos plurais.
E a utopia está em um dia virmos a ser para todos eles aquilo que sentimos ser para nós - únicos.
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